Durante um período nebuloso
o Taekwondo Paulista passou por uma de suas maiores crises, conhecida como
a Era Shin Hwa Lee, que deixou os taekwondistas paulistas fora do
cenário nacional e muito desmotivados, tínhamos uma direção
e gestão incompatíveis para a realidade existente, uma gestão
incompetente e obscura, sem critérios e transparência na administração
do Taekwondo Paulista, o que resultou no surgimento e crescimento de entidades
paralelas que buscava minimizar os problemas gerados por uma pessoa que
adotou uma política dogmática afim de satisfazer seu interesse
pessoal.
A Federação perdeu
sua credibilidade e os seus filiados, sem representatividade, tentaram
organizar alguns eventos para satisfazer o interesse dos poucos filiados
que ainda restaram na sua gestão.
Uma Federação que
revelou grandes talentos, cujo dojang e quadras de competição
receberam vários dos maiores atletas brasileiros, bem como grandes
nomes do cenário nacional e internacional. Precisávamos de
uma mudança, de um novo rumo, de uma liderança acima de tudo.
O processo de Resgate
Resgate esse que começou
com a mudança da diretoria e Presidência da Federação,
tendo o Grão Mestre Kim Yeo Jun assumido a Presidência da
Federação, que de início teve muita resistência
e desaprovação da maioria dos filiados, não acreditavam
mais que o “coreano” pudesse dirigir o Taekwondo, que seria trocar “seis
por meia dúzia”, eu mesmo não acreditei que ele suportaria
um semestre, por causa do seu perfil e pressão de todos os lados
contra a sua pessoa, quando o Mestre Kim pediu aos poucos filiados que
ficaram na Federação que queria uma chance para mudar e mostrar
que era digno e estava à altura para dirigir o Taekwondo Paulista,
mas que sozinho não conseguiria superar esse desafio, “me ajudem
a ser um bom presidente, que juntos resgataremos tudo que São Paulo
perdeu; força, credibilidade, organização, disciplina,
transparência e representatividade; que juntos vamos reconquistar
a confiança dos taekwondistas e da sociedade paulista”, foram essas
as palavras que o Mestre disse. Sem desmerecer e nem diminuir os outros
estados que com muito trabalho buscaram seu espaço no cenário
nacional. Por ser coreano ele tinha a obrigação acima de
tudo de “limpar a bagunça” generalizada deixada pela gestão
anterior, por ter uma postura e perfil disciplinador, sua primeira tarefa
era provar para ele mesmo que era capaz de mudar sem perder sua visão
do que é correto. Mostrando que o processo de resgate deveria ser
feito pelas pessoas que amam, trabalham, vivem e sonham com um Taekwondo
consolidado.
Uma Federação feita
pelos taekwondistas, pela ética, que dispõe do seu tempo
de vida em prol de uma ideologia, de querer, ver e acontecer...
Então as mudanças
foram acontecendo, dia-a-dia buscava tirar idéias, extrair o melhor
dele e de sua diretoria, direcionando cada um de nós e dando autonomia
nos seus devidos setores, ou seja, mostrando a verdadeira função
de um líder, conduzir todos para o melhor caminho. O desejo de São
Paulo voltar a ser grande não era só nosso, paulistas, mas
de todos os demais estados, porque todos sabem da importância que
São Paulo representa para o Taekwondo brasileiro, foi onde tudo
começou.
O resultado está aí,
para todos verem e comprovarem, uma Federação com representatividade;
até mesmo os que não acreditavam, hoje estão ao seu
lado, só não estão ao seu lado aqueles que sabem que
não tem espaço para os interesses pessoais ou que buscam
benefícios próprios através da Federação,
pessoas que não sabem que o Taekwondo é muito mais do que
uma modalidade de Arte Marcial e Esporte Olímpico.

O bom filho a casa retorna
São Paulo é o ponto
de partida do Taekwondo brasileiro e também será o ponto
de partida do processo de resgate do Taekwondo brasileiro, a verdadeira
nova era, conduzida pelo Grão Mestre Kim Yeo Jun. Toda contribuição
passada deverá agora dar espaço a uma nova liderança,
às entidades que possam, sem se eximir de suas responsabilidades
estatutárias, estar preocupadas e comprometidas com a criação
de um novo capítulo na história do Taekwondo brasileiro.
Faça valer a sua voz e
o seu voto
Para que tudo isso possa acontecer
de forma democrática, transparente e sem preconceitos, seja de cor
ou raça, os senhores, presidentes de Federações, que
sabem e vivem as dificuldades de uma entidade, da falta de transparência,
respeito e apoio às Federações, tem um compromisso
com a retomada de moralidade da Confederação Brasileira de
Taekwondo, o dever e a obrigação de estar presente no dia
da eleição para garantir a transparência nas votações
e testemunhar a início da verdadeira nova era do Taekwondo brasileiro.
O momento tão pedido e
esperados por todos chegou!
Compareça e faça
parte dessa mudança!
Todos juntos por um Taekwondo
digno da grandeza do nosso BRASIL!
Mestre José Adauto da Silva
Costa
Diretor de Ética da FETESP
Diretor e conselheiro Ass. Atlética
Acadêmica UniSanT´Anna
Diretor da Modalidade TKD da Fed.
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